Dicas para planejar a reforma do fim de ano

O fim de ano está chegando, já???? Sim! E a sua casa como está? É sempre bom pensar com antecedência na arrumação da casa. Para isso separamos dicas de como se organizar e fazer tudo com antecedência e calma, e não esquecer de nada. Segue abaixo 5 dicas para planejar a reforma de fim de ano:

  • DEFINA PRIORIDADES: 

É sempre bom colocar no papel aquilo que realmente é necessário fazer e por qual cômodo começar e pensando principalmente em um bom acabamento, como: pintura, papel de parede ou revestimento nas paredes, por exemplo.

Se for pintar as paredes segue uma dica legal: Eleja o tom e encare o pincel sem medo. Cor é a maneira mais fácil e mais rápida de mudar o ambiente. Dar uma renovada na pintura já dá outra energia para o espaço. Afaste os móveis das paredes, compre plástico numa loja de material de construção (custa cerca de cinco reais o metro), cubra tudo e lacre com fita crepe, para selar e proteger o chão e a mobília. Usar jornal é pior, porque ele descola, rasga, mancha… dá trabalho demais limpar tudo depois.

  • PREVISÃO DE GASTOS E TEMPO

download (1)Ao definir a reforma que será realizada, sugerimos listar os gastos, visando ter certeza que o projeto não exceda o orçamento disponível e, assim, evitando possíveis interrupções na reforma. É preciso fazer a soma geral do que será gasto, considerando mão de obra, material e, principalmente quanto tempo há disponível para a reforma, que deverá ser alinhado com o profissional que irá executar a obra.

  • MÃO DE OBRA

images (1)A peça-chave para obter o resultado esperado da reforma é a contratação de um profissional qualificado e de confiança. Por isso, o melhor a fazer antes antes de contratar o profissional, é fundamental obter referências com amigos ou familiares de trabalhos anteriores. Ninguém quer passar por surpresas ao final da obra, descobrindo que o profissional contratado não fará o serviço de acordo com o esperado e atrasar ainda mais a reforma para seu final de ano perfeito!

Outro fator importante é negociar o preço fechado do serviço. Assim, o cliente garante que a obra seja concluída no período estipulado e evita possíveis desentendimentos e excessos financeiros.

4-dicas-importantes-para-comprar-materiais-de-construcao-com-qualidade-810x541A escolha dos materiais de construção é uma etapa importante na hora de reformar a casa. Nessa época do ano, grandes homecenters realizam promoções e oferecem facilidades de pagamento para o consumidor. Além das lojas virtuais de materiais de construção que fazem entrega no prazo esperado, sem que precise sair de casa!

Por isso, é fundamental que o cliente pesquise e avalie o melhor custo x benefício, levando em consideração também se o material se adéqua às metragens do espaço.

  • DE OLHO NAS QUALIDADES

Outro ponto importante a ser considerado na reforma é o cálculo da metragem e a quantidade de produtos que serão utilizados. Por isso, aconselhamos que a lista de produtos seja feita juntamente com o profissional responsável, que poderá indicar os materiais adequados para o tipo de reforma proposta, além de evitar o desperdício e o gasto desnecessário.

 

Bom pessoal, esta foi a nossa dica para reforma do final de ano, esperamos que seja util. E precisando de orçamento de FORROS, DRYWALL, PISOS deixe seus dados abaixo que em breve retornaremos:

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O que é obra seca??

Obra seca é o termo do momento!! Muitas vezes temos reparos e obras a fazer em casa, apartamento ou escritório e nos deparamos com a dor de cabeça de ter que enfrentar uma obra demorada e que gera muito entulho. Mas com uma obra “seca”, que economiza tempo e dinheiro, não temos mais que nos preocupar tanto com aquela obra que temos que fazer! Trata-se de um tipo de construção que não necessita de tempo de secagem porque são utilizados materiais que podem ser incorporados diretamente a um sistema de montagem, já que vão colados, pregados ou encaixados

Segue abaixo dicas de como fazer e contratar a tão sonhada reforma sem sujeira ( ou quase sem sujeira):

downloadPisos. A opção mais barata − e que não requer obra − para mudar o piso é usar pisos vinílicos ou linóleos autoadesivos, que se colocam facilmente por cima do antigo e são resistentes à umidade, embora possam se deteriorar rapidamente. No entanto, se você busca um resultado um pouco mais consistente, pode ser que essa não seja a melhor alternativa. Outra opção de maior qualidade é o chão de resina. Nenhum desses pisos exige obra, e eles são 30% mais baratos que os cerâmicos. Também existem cerâmicas de encaixe que funcionam da mesma maneira.

Portas. Trocar as portas da casa pode ter um custo significativo, principalmente se seu tamanho ou sua abertura estiverem fora dos padrões, o que exigirá um trabalho sob medida. Para reduzir o custo, existe a opção de lixá-las e voltar a pintá-las da cor que se prefira.

imagesDrywall em vez de tijolo. O drywall é outro tipo de estrutura divisória seca. Trata-se de placas de gesso laminadas entre duas camadas de papelão, com diferentes grossuras e medidas, que podem ser utilizadas como paredes divisórias, estantes ou forros decorativos. É mais rápido de colocar e gera menos entulho que o tijolo − embora, claro, seja menos resistente e menos isolante −, além de poder ser pintado diretamente.

Um exemplo desta agilidade é a instalação das tubulações , que são passadas pelo interior das paredes facilitando a execução. Quando há necessidade de um reparo , por exemplo, só é necessário fazer um recorte na parede, retirando uma parte da placa, suficiente para proporcionar acesso à parte interna da parede. Depois de efetuado o reparo, fecha-se a parede encaixando o mesmo pedaço de chapa retirado. Ao final, esse é um trabalho rápido, limpo e seco que não gera resíduo.

Como exemplos práticos, os painéis de drywall permitem fazer forros, divisórias ou estantes de forma rápida e simples

images (1)Iluminação. Aqui não é possível aplicar a técnica da obra seca. Neste caso, uma análise prévia da distribuição interna do imóvel, para saber com exatidão onde precisamos de mais ou de menos iluminação, é essencial para conseguir reduzir o preço da obra. Basicamente, a forma de diminuir o custo é reduzir ao máximo que for possível o número de tomadas ou pontos de luz a instalar. Lembrando que, pelas normas, é preciso instalar no mínimo três tomadas elétricas por cômodo e uma em cada zona de passagem. Uma prática habitual que reduz custos é aproveitar, na medida do possível, a tubulação elétrica existente. Para esconder fios de abajures ou extensões, podem ser usadas canaletas de plástico que depois podem ser pintadas da cor da parede ou do teto.

VANTAGENS DA CONSTRUÇÃO A SECO:

►Velocidade na execução das paredes em fechamentos externos ou internos, tendo como conseqüência, um aumento de produtividade.
►As placas são leves e de fácil manuseio.
►Ganho de área útil, em função da menor espessura das paredes.
►As instalações são executadas no interior das paredes e antes do fechamento das mesmas, facilitando e agilizando este trabalho e eliminando a perda de materiais.
►Elevada resistência a impactos e ação da umidade.
►Redução de cargas nas estruturas e fundações, devido ao menor peso por m² de parede acabada, resultando em economia na fundação.

VANTAGENS PARA O MEIO AMBIENTE:

►Não produz entulho.
►Utiliza água somente nas fundações.
►Reduz em 80% a utilização do cimento.
►Possibilita a reciclagem da estrutura em 100%.
►Reduz em 90% o consumo de matéria-prima natural.
A produção do aço reciclado consome aproximadamente 70% da energia gasta para a produção a partir de matérias primas naturais.
Utiliza somente produtos certificados.


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Gesso acartonado ou convencional?

Entre as tantas decisões de projeto, o profissional de arquitetura deverá sugerir para a sua obra a escolha entre o gesso convencional ou acartonado (drywall). Se você souber a diferença entre os dois materiais será mais fácil compreender o impacto que essa decisão trará para sua obra.

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Na utilização em forros os dois tipos de gesso têm a mesma finalidade básica: rebaixamento do teto para conformar ambientes e receber a iluminação projetada. O resultado estético será o mesmo, porém os detalhes técnicos de cada material faz com que o processo de execução seja bem diferente.

Para os dois materiais existem vantagens e desvantagens. Confira:

– Gesso acartonado (drywall)

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É uma placa de gesso revestida de papel cartão. O gesso acartonado é constituído por chapas fixadas em peças de aço galvanizado que permitem configurar o forro para as exigências de cada ambiente. Pela maior resistência mecânica em relação ao convencional, no gesso acartonado evitam-se os problemas de trinca e, devido ao papel cartão que o reveste e isola, evita-se o problema de amarelamento.

O uso do gesso acartonado proporciona ganho de área útil por ter espessura fina. É um sistema de construção seca de rápida montagem. As chapas podem receber qualquer tipo de revestimento, aplicados diretamente, de forma convencional.

– Gesso convencional

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O gesso convencional é o mais conhecido, mas também o mais trabalhoso. Ele precisa ser lixado após a instalação, o que gera muita poeira. Antes de receber a pintura deve se aguardar alguns dias para a total secagem, sob o risco de amarelamento, o que torna sua execução mais demorada se comparada ao gesso acartonado. Porém, em compensação, é mais barato e a mão de obra para sua execução ainda é mais facilmente encontrada.

Para a escolha entre um material ou outro deve-se levar em consideração que o gesso acartonado é uma opção indispensável em alguns casos, como em obras comerciais e corporativas que requerem rápida execução ou em ambientes onde precisa ser evitada a sujeira. Em obras residenciais ainda sugerimos avaliar o custo-benefício. Se o tempo de execução não comprometerá o cronograma da obra e a sujeira não será um empecilho, é sugerido considerar o uso do gesso convencional, devido ao custo.

O gesso acartonado, como mencionado acima, ainda é mais caro, pois além das placas de gesso é necessário utilizar perfis, montantes, parafusos, fitas, entre outros materiais, além da mão de obra especializada.

Com cada vez mais empresas adotando o gesso acartonado a tendência é que a concorrência faça os preços ficarem mais competitivos e melhores para o consumidor.

Fonte: tema arquitetura


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12 motivos para você utilizar parede drywall

Este é um post para desmistificar a parede drywall. Para quem ainda tem dúvidas sobre este tipo de construção, veja abaixo 12 motivos para utilizar a parede drywall em sua casa, apartamento, escritório, empresa, indústria. O drywall já está presente há mais de 20 anos no Brasil e é uma inovação em economia de tempo e material na sua obra, além de gerar menos entulho e menos sujeira.

  1. A Parede Drywall é mais fina em sua espessura, proporcionando um aumento de até 5% na área útil dos ambientes;
  2. O peso do drywall acabado é menor, inclusive reduzindo a necessidade de algumas vigas e pilares, diminuindo a carga total da estrutura e fundação da edificação;
  3. Com o gesso acartonado é possível obter um ótimo isolamento acústico e térmico, dependendo da estrutura interna projetada pode até ser melhor que o desempenho da alvenaria;
  4. É resistente ao fogo, pois 20% do seu peso é composto por água, reduzindo a propagação da chama. Existem modelos de placas que atendem com melhor desempenho ao quesito “resistência ao fogo”;
  5. Praticidade nos projetos de instalações elétricas (lembrando que as caixas deverão ser específicas para parede de Drywall), hidráulicas, de gás, de telefone e outras são de fácil execução.
  6. Utiliza materiais que segue normas rígidas de fabricação ;
  7. É de fácil execução, por utilizar um sistema pré-fabricado modulado: através de marcações, as guias são facilmente instaladas, sendo parafusadas no piso e no teto, reduzindo o tempo de obra e de custos com os prestadores de serviço;
  8. Sistema de construção a seco: não existe umidade durante a sua construção, descarta pouco material e produz pouco resíduo (evitando perdas e proporcionando mais higiene e limpeza);
  9. A parede drywall pode receber vários tipos de acabamentos: como pintura, textura, colocação de azulejos e pastilhas, revestimentos com papel de parede, lambris de madeira e até mesmo revestimento com mármore e granito;
  10. O seu acabamento é muito bom e proporciona uma superfície única, com um aspecto liso.
  11. Caso sejam necessários reparos ou manutenção,  também não haverá toda aquela sujeira e quebradeira que as paredes comuns de tijolos ou blocos fazem.
  12. É mais barato construir com drywall do que com alvenaria convencional. Quando comparado com o sistema construtivo tradicional (em alvenaria), o custo é cerca de 10% menor – segundo, por exemplo, um estudo de caso apresentado na Revista Pini “Gesso Acartonado x Alvenaria de bloco cerâmico”.

Fonte: Blog do drywall


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4 vantagens do teto de gesso

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1. Iluminação garantida

Esse é o principal motivo para as pessoas instalarem o gesso no ambiente. Sabemos que a iluminação é o ponto forte na decoração, e consequentemente, levará aconchego ao ambiente. Neste caso, embutir luminárias, brincar com os modelos (ora trilhos, ora spots), fazer rasgos de luz, instalar pendentes em qualquer lugar são um dos quesitos do teto do gesso.

2. Uniformizar a estrutura aparente

Todas as imperfeições da parede e as vigas aparentes ficam ocultas com a colocação do teto de gesso.

3. Passar fios e cabos

Percorrer os fios e encanamentos para uma outra área da casa é algo comum na reforma, como ocorre com redes de TV a cabo ou com a tubulação do ar condicionado. Qualquer tipo de passagem elétrica e hidráulica pode ser escondida com o teto de gesso, sem a necessidade de quebrar parede ou piso.

4. Decoração

Seja criativo e projete corretamente seu teto de gesso junto com o layout dos mobiliários. Com ele é possível criar níveis no teto, deixando uma parte rebaixada e a outra não, uma parte curvada e o restante com aspecto liso, inserir molduras, acabamentos e etc.

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Fonte: decorfacil

Fotos: retiradas da internet


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Como calcular a quantidade de forro de PVC

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Forros de PVC podem ajudar a resolver diversos problemas, inclusive reduzir a temperatura ambiente.

Mas para fazer a instalação devida, é preciso saber como calcular o as peças necessárias para o ambiente que você quer transformar.

O forro de PVC é vendido em lâminas com 20 centímetros de largura e pode ter comprimentos variados. Para saber a quantidade de placas que você vai precisar e o comprimento delas, basta fazer algumas medidas simples.

Meça o tamanho das paredes e escolha qual você prefere que as placas sigam a direção. Uma dica que pode ajudar a dar a impressão de ambiente mais amplo é utilizar a parede mais longa como referência para o comprimento das lâminas.

A partir daí, utilize a medida da parede menor como referência para estimar quantas placas serão necessárias. Por exemplo, se você possui uma sala de sete metros por cinco metros, as placas deverão ter sete metros de comprimento. Para utilizando a parede menor como parâmetro para calcular a quantidade de lâminas necessárias basta dividir o seu comprimento pela largura das peças. No exemplo citado, seriam 5m divididos por 0,2m. Então seriam necessárias 25 peças de pvc para construir o forro no cômodo.

Além das placas, você também vai precisar calcular outros materiais necessários para a instalação.

As lâminas de PVC precisam de uma estrutura metálica que a apoie, garantido que elas não irão desabar. Essa estrutura é construída com sarrafos de metal, cantoneiras internas e externas, parafusos, réguas de acabamentos, e emendas para as placas. A estrutura de metal a ser construída precisa formar um quadriculado com vigas atravessando horizontalmente o plano onde as lâminas devem ficar. Cada barra deve ficar a uma distância de 50 centímetros da seguinte.

Faça os furos sempre conferindo se eles estão alinhados com os da parede oposta. Encaixe as barras de metalon nos furos das paredes. Coloque-as em paredes opostas. Fixe as réguas de acabamento na parede, logo abaixo da estrutura de metalon. Para fazer a junção entre as réguas de acabamento de uma parede e outra, utilize os cantos (internos ou externos). Encaixe as lâminas de PVC entre as réguas de acabamento e as barras de metalon. Após do encaixe da última, prenda-as no metalon com parafusos. Para realizar esse trabalho é preciso ter todos os produtos na quantidade correta.

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Piso igual na casa toda ou diferente em cada cômodo?

 

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A escolha dos pisos e revestimentos para uma casa é uma tarefa árdua e diante de tantas opções disponível no mercado é muito difícil encontrar o piso que mais agrada.

Mas além do piso ou porcelanato em si uma dúvida que pode surgir é se deve ser usado um mesmo modelo ou desenho de piso na casa toda ou se cada ambiente poderia ter modelos diferentes.  O ideal é fazer aquilo que agrada e portanto não podemos afirmar o que é ou não melhor, mas a ideia de separar é boa e com a grande variedade que temos hoje dá para combinar bem e chegar a resultados interessantes.

Alem da separação dos quartos o que pode ser feito também é usar pisos ou porcelanato diferente para cozinha e banheiros que são conhecidos como as áreas molhadas e normalmente são locais onde é possível ousar um pouco nas cores ou desenhos. Na cozinha e no banheiro, uma ideia legal é usar pastilhas no revestimento como uma faixa horizontal ou vertical, pode-se ainda fazer uma faixa com um revestimento diferente ou até colocar algumas peças isoladas com desenhos que é bem comum encontrar atualmente.

Piso para quarto

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O quarto é um local onde há possibilidade de variar bastante o tipo de piso. Atualmente está muito na moda a colocação do piso laminado que lembra um pouco os antigos tacos de madeira que já foi muito comum no Brasil. Além disso, há também os pisos cerâmicos que imitam madeira e outros tipos.

Piso para cozinha

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A cozinha é considerada área molhada e por isso não é qualquer tipo de piso que pode ser colocado, por exemplo, não se pode colocar madeira. Dentro da opção cerâmica há ainda a questão das cores, formatos e detalhes que podem ser usados para combinar com revestimento, armários, móveis e outros objetos típicos da cozinha.

Piso para sala

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A sala é um ambiente bem tranquilo quanto ao tipo de piso e não há muito segredo aqui. Geralmente é o local onde se usa tapetes e a opção por cerâmica é muito comum, embora possa ser usado também o carpete laminado que é madeira.

Piso para banheiro

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O banheiro, assim como a cozinha é considerado área molhada e o piso deve ser cerâmico. Acho que no banheiro é onde encontramos talvez a maior variação de modelos de pisos e revestimentos com uma variedade incrível de modelos, cores e formatos para agradar todos os gostos e bolsos.

Piso para área externa

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O piso para a área externa é muito comum para evitar inclusive que a sujeira acumulada de fora venha para dentro de casa, isto porque se a área externa for de terra ou mesmo de cimento, o acúmulo de sujeira é maior e dificulta muito mais a limpeza. Geralmente os pisos cerâmicos tradicionais são os mais comuns para áreas externas, com destaques para os antiderrapantes.

 


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