DIFERENÇAS ENTRE DRYWALL E AS PLAQUETAS DE GESSO

Muitas pessoas tendem a confundir o drywall com as plaquetas de gesso. Nada mais normal, até porque a matéria-prima básica de ambos os produtos é o próprio gesso. Mas há diferenças importantes que fazem toda a diferença na hora de projetar e executar uma obra.

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Plaquinha de gesso

A primeira delas diz respeito à própria dimensão dos produtos. A plaqueta costuma ser comercializada em placas quadradas, de 60 cm x 60 cm. Já o drywall tem, por padrão, mais que o dobro do tamanho: 120 cm x 180 cm ou 120 cm x 240 cm. Isso significa muito mais economia e melhor aproveitamento do material.

 

 

 

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Placas de drywall

Outra diferença está na geração de resíduos. O drywall é constituído por placas de gesso acartonado, que produzem muito menos detritos na instalação. Essa característica se reflete ainda no momento de realizar reparos. Os recortes nas plaquetas produzirão muito mais sujeira que os realizados no drywall.

 

Somado a isso está o fato de que o drywall pode substituir paredes convencionais em inúmeras situações, enquanto os forros de gesso têm a instalação limitada ao revestimento de tetos.

Fonte: Placo

Tem mais alguma dúvida? Entre em contato com a gente. Será um prazer ajudar você a realizar suas instalações com drywall! Deixe seus dados no formulário abaixo que em breve retornaremos:

 

 

 

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4 dicas de economia infalíveis para a reforma de casas

Há um ponto sobre reforma e construção quase unânime para quem quer renovar o lar, principalmente no fim do ano: descobrir os segredos de fazer muito, mas gastando pouco. Se você também busca soluções econômicas, confira as dicas abaixo e inicie hoje mesmo seu orçamento de obras para a tão desejada transformação!

Planejamento é a chave do sucesso

A melhor forma de aliar beleza e qualidade a um orçamento reduzido é planejar. Isso ainda ajuda a evitar surpresas desagradáveis durante a obra. Confira a seguir dicas para ter um projeto eficiente, essenciais para a hora de realizar o que foi sonhado.

1. Total controle da obra

images (10)Crie um cronograma com as datas de todas as entregas, tanto de materiais quanto dos serviços prestados pelos profissionais contratados. Assim, se a cada etapa houver mudanças no planejamento de obras que impacte nos custos, você terá como coordenar as alterações no orçamento.

Supervisionar a reforma de casa durante cada um dos serviços prestados também é fundamental. Isso evita desperdícios e trabalhos mal feitos, o que gera gastos desnecessários e, consequentemente, compromete o orçamento de obras. Se você não puder, peça a alguém de confiança ou contrate uma empresa especializada.

2. Planilha de orçamento de obra

Uma simples lista de custos faz uma grande diferença. A partir dela você conseguirá administrar quanto quer e pode gastar com a reforma em casa. Como é uma forma organizada de estimar as despesas, pode te ajudar a negociar, definir prioridades e pesquisar para escolher materiais mais baratos do que aqueles idealizados no início.

Mas como fazer orçamento de obras? Basta montar uma tabela e listar nela todos os gastos com materiais e mão de obra, independentemente de se tratar de uma reforma de casas simples, reforma de apartamento ou mesmo uma pequena reforma de banheiro. Depois de tudo relacionado, acrescente 10% ao valor total para possíveis gastos extras.

3. Produtos práticos

Não faltam opções de produtos com tecnologias modernas, que facilitam as reformas de casas baratas por promoverem mais rapidez e economia. Os atuais rejuntes e argamassas, por exemplo, indispensáveis em uma obra, são fáceis de preparar e aplicar, dispensam mão de obra especializada e dão agilidade aos serviços.

4. Sustentabilidade

A ideia é usar sistemas construtivos e materiais menos agressivos ao meio ambiente, duráveis, com bom desempenho e preços mais acessíveis. Tal prática pode ser usada tanto durante as obras como no dia a dia das casas reformadas.

Quer bons exemplos? As lâmpadas de LED, bem mais duráveis e econômicas que as convencionais. A substituição da alvenaria por paredes de drywall, que garante obras mais rápidas e limpas para qualquer ambiente interno. E telhas de fibrocimento, duráveis, flexíveis e que reduzem custos.

Fonte: saint-gobain


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A importância do gesso antes da instalação do piso

O que é preciso fazer numa construção a maioria das pessoas já sabe, mas a grande dúvida de muita gente é a ordem que se deve adotar para cada serviço. Ao contrário do que se pensa, faz muita diferença começar por um serviço ou outro, isso porque dependendo daquilo que vai se fazer, um serviço pode estragar completamente o outro já pronto e até mesmo trazer danos materiais para o dono do imóvel. É por isso que hoje vamos falar sobre a importância de fazer o gesso antes de instalar o piso de madeira.

O gesso no teto e nas paredes

Nem todo mundo opta pela aplicação do gesso em sua obra ou reforma, porém, ele é utilizado por muitas pessoas porque deixa a parede muito mais lisa e com acabamento bem mais suave, valorizando a pintura. O gesso é utilizado tanto nas paredes como no teto.

Uma das preferências pelo gesso para acabamento final é porque ele é fácil de ser aplicado, não tem um custo muito alto e ainda é facilmente reparado caso sofra algum dano. Além de revestir a parede e o teto permitindo melhor toque e visual, o gesso ainda pode ser utilizado para vários detalhes que enriquecem a arquitetura e decoração dos espaços. Porém, mesmo trazendo tantas vantagens se não soubermos a hora certa de aplicar o gesso ele vai trazer muita dor de cabeça.

A hora certa de aplicar o gesso

Imagino que você esteja louco de vontade para ver como vai ficar seu piso de madeira novo instalado, não é mesmo? Mas, se você tiver muita pressa poderá se decepcionar com o resultado.

Imagine a seguinte situação: seu piso novo instalado, seja piso de madeira ou porcelanato. Limpo, brilhando, perfeito, sem nenhum arranhão. E em seguida um gesseiro derrubando massa, ferramentas, andando pra lá e pra com os pés sujos… Já deu pra imaginar o tamanho do estrago.

É por isso que o gesso sempre precisa vir antes do piso para que não tenhamos algumas surpresas desagradáveis como:

A-importância-do-gesso-antes-do-piso - ParquetSPManchas: considere sempre que o trabalho com gesso envolve água. Creio que você já sabe que piso de madeira e água não combinam de modo algum, certo? Muito menos água e gesso no seu piso de madeira! O trabalho com gesso pode causar manchas no piso e acabar com o mesmo.

Rachaduras: o gesseiro vai utilizar ferramentas diversas para conseguir fazer o trabalho. Vai passar com masseiras, vai utilizar escadas, réguas e ferramentas manuais. Considere tudo isso apoiado sobre seu piso de madeira novo, ou seu porcelanato delicado. Com certeza não vai dar nada certo e você corre o risco de encontrar rachaduras em função do serviço e do peso das ferramentas.

Peças soltas: anda pra lá e pra cá, arrasta isso e empurra aquilo, sobe e desce da escada, algum esforço de mal jeito numa tábua, e pronto, já está ela solta, acabada de instalar e já solta por que sofreu danos. Não é admissível isso, é?

Riscos: estes então serão certos se você fizer o serviço do gesso na parede e no teto depois de instalar o piso. Como disse anteriormente, o gesseiro vai utilizar muitas ferramentas, escadas e a masseira para conseguir preparar o gesso. Ele não vai conseguir trabalhar devagarinho para não riscar seu piso de madeira, afinal, certos movimentos são necessários e realmente não há como acreditar que o piso não sofrerá nenhum riso. Vai sofrer e muitos.

Além desses problemas, você terá um outro ainda maior depois de tudo pronto: limpar!

É por isso que o gesso na parede e no teto preciso ser feito antes de instalar seu piso de madeira ou qualquer outro material. O piso deve sempre vir por último, justamente porque enquanto há trabalho para ser feito as pessoas vão caminhar e transportar ferramentas e materiais por ali, então, para não ter problemas, o piso vem sempre depois!

Fonte: Parque SP

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Como fazer reforma com baixo custo

Obras e reformas são quase sempre mais caras e mais demoradas do que se espera, além de ter muito desperdício. Mas existem alguns cuidados que você pode tomar e evitar esses problemas. Temos 9 dicas para você reformar a casa sem transtornos e, principalmente, sem destruir o seu orçamento.

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1 – Faça um planejamento

Antes de qualquer coisa, é preciso saber exatamente o que você pretende reformar. Pode parecer estranho, mas tem muita gente que começa uma obra sem saber tudo o que quer fazer. Essa é a receita certa para obras faraônicas que nunca terminam e custam muito mais do que o bolso aguenta.

Um planejamento detalhado e com todas as necessidades ajuda a reduzir o risco de gastos extras e atrasos. Ao planejar a reforma da sua casa, procure dividir o processo em etapas. Assim, você consegue controlar o gasto de tempo e dinheiro de cada parte da obra. E se alguma coisa estiver fora do planejado, você consegue perceber e mudar.

Além disso, o planejamento ajuda a evitar problemas como colocar o gesso no teto depois que já fez o piso. Saber a ordem de cada etapa garante que seu piso não vai ficar com pingos brancos por todo lado. Então, se você não quer um piso malhado, faça o teto primeiro.

2 – Defina um limite de gastos

Para evitar que os custos da obra saiam do controle, defina um limite antes de colocar o martelo para trabalhar. Pesquise os preços de materiais e de profissionais, faça orçamentos e negocie muito!

Leve em conta também os gastos extras, como água e luz. A depender da reforma que você for fazer, pode aumentar o consumo de energia e também de água na sua casa.

Por isso, avalie a sua capacidade de pagamento. Ou seja, quanto dinheiro você tem para pagar por mês sem ficar endividado ou com o orçamento muito apertado. O ideal é que você faça uma reserva especialmente para a reforma antes de começar.

3 – Crie um cronograma da reforma

Já o controle do tempo para evitar atrasos, precisa ser feito em um cronograma. Você consegue fazer isso com a ajuda de um profissional. O importante é colocar prazos possíveis de serem cumpridos. Tudo precisa ter data para começar e para terminar. Com a obra é a mesma coisa. Ela não pode durar para sempre.

Marque em um calendário o que precisa ser feito em cada etapa de trabalho. Quantos dias serão necessários para pintar, para lixar ou para fazer uma parede? Cada parte precisa ser incluída no seu cronograma.

4 – Escolha os profissionais com critério

Outro ponto que é fundamental em qualquer reforma, é a escolha dos profissionais. Não adianta escolher o mais barato, se ele não vai conseguir entregar o trabalho completo. Uma forma de ter mais segurança na escolha do profissional é consultando a saúde financeira dos seus fornecedores.

Os serviços Você Consulta Empresas e Você Consulta Pessoas, do SerasaConsumidor, estão disponíveis em todas as agências dos Correios do país. Com eles, você consulta o CPF de profissionais autônomos ou o CNPJ de empresas fornecedoras.

 

Além de escolher com critério os profissionais que farão a sua obra, lembre-se de que cada serviço tem um prazo. E se você tentar ganhar tempo fazendo várias etapas ao mesmo tempo, pode dar problema. Muitos prestadores de serviço juntos podem acabar atrapalhando o serviço um do outro. Por exemplo, não tem como pintar a parede e trocar o piso ao mesmo tempo.

5 – Tome cuidado com a pressa

Mais do que inimiga da perfeição, a pressa é a melhor amiga do estouro do orçamento. Tentar fazer uma reforma rápida pode trazer mais gasto, mais desperdício e – o pior – retrabalho.

O controle do tempo para que uma obra não atrase não pode ser motivo para ser desatento, descuidado ou negligente. Lembre-se de que a reforma na sua casa representa a segurança e o bem-estar da sua família.

6 – Compre materiais de qualidade

Outra economia que pode trazer mais problemas, transtornos e dor de cabeça é com a qualidade dos materiais. A famosa frase “o barato pode sair caro” serve perfeitamente para esse ponto.

Não adianta comprar materiais de construção baratos, mas que terão que ser trocados em pouco tempo. Pior ainda é não garantir a proteção e cuidado com seu imóvel e sua família.

Pense nos riscos que você corre, quando a fiação da sua casa não está preparada para a quantidade de eletrodomésticos que você tem. Uma sobrecarga pode levar a um incêndio!!!

7 – Lembre-se dos imprevistos

E nada mais certo em uma obra do que imprevistos. Eles nem deveriam ter esse nome, porque é certeza que eles vão acontecer. Pode ser um imprevisto pequeno, como a quebra de um azulejo após a troca de uma pia. Ou uma escada que acerta o lustre da sala. Ou mesmo algo maior, como um cano perfurado quando você vai instalar o exaustor do fogão. Sim, essas coisas acontecem (mais vezes na vida do que uma pessoa gostaria).

8 – Mantenha a limpeza e organização na obra

Se você não quer ter gastos desnecessários, mantenha a limpeza e a organização sempre. Uma reforma bagunçada é certeza de que vai sumir martelo, prego, parafuso. Isso sem contar os desperdícios que sempre acontecem e na desorganização só pioram.

Claro que você não precisa ser o desesperado do aspirador de pó ou viciado em passar álcool gel em tudo. Basta garantir que as ferramentas e materiais sejam guardados corretamente após o uso. E manter cada coisa em seu lugar.

9 – Avalie as linhas de crédito específicas

Outra forma de manter seu orçamento livre de gastos desnecessários é escolher bem o crédito, caso você precise de um. Existem linhas de crédito específicas para quem vai reformar a casa ou comprar material de construção.

É comum que esses empréstimos tenham taxas de juros menores. Por isso é fundamental sempre comparar todas as opções de crédito disponíveis para encontrar a melhor para você.

Se você já teve algum problema ao reformar a casa (ou se ainda tem problemas), deixe o seu comentário abaixo. Nos conte também se esse texto foi útil para você!

 

Fonte: Serasa

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Conheça a diferença entre Gesso acartonado e plaquinha

De grande utilização em projetos de interiores, os forros de gesso permitem distribuir pontos de luz, caixas de som, tubulações, grelhas de ar condicionado, entre outros.
Eles também permitem um melhor acabamento no encontro entre a parede e o teto.
Existem basicamente dois tipos de materiais para execução de forros de gesso: as plaquinhas e o gesso cartonado.
A qualidade do gesso acartonado é muito superior às plaquinhas. A única vantagem das plaquinhas é o preço.
Para ajudar aqueles que estão para escolher o material que vão utilizar, veja as vantagens do forro de gesso acartonado em relação ao forro de paquinha:
– Velocidade de execução muito maior: alta produtividade já que as placas são muito maiores;
– Manuseio mais fácil (transporte,carga,descarga) e montagem;
– São mais leves (25kg/m2-alvenaria-200kg.m2);
– Desperdício muito baixo;
– As placas de acartonado possuem garantia do fabricante;
– Superfície pré-acabada, facilita muito a aplicação do revestimento final;
– Resultado de forros bem lisos, sem ondulações nas emendas das placas, enquanto o forro de plaquinhas costuma ficar todo ondulado e cheio de trincas;
– Mais limpeza na obra já que as placas de gesso acartonado são parafusadas nos perfis e não exigem chumbamento.

Fonte: Casos de Casa


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Os principais mitos sobre Drywall

1 – Drywall é resistente?

 

É comum a ideia de que o drywall não é um material resistente. Porém, apesar da pequena espessura das placas, os fabricantes asseguram que o material é capaz de resistir a tremores, choques e vibrações sem sofrer danos. Além disso, comporta a instalação de portas, absorvendo os impactos do dia a dia como movimentos e batidas.

Para garantir a alta resistência do material, recomenda-se que a instalação seja feita por profissionais especializados, tomando-se sempre cuidado para que o dimensionamento esteja adequado ao pé-direito da edificação. A espessura das placas estará condicionada a essa questão e também às cargas a que o sistema estará submetido (instalação de bancadas de pedra, móveis, etc.).

Em condições normais, a durabilidade do drywall é indeterminada. Cabe lembrar que para que esteja disponível no mercado, o sistema drywall foi aprovado em testes de impacto e desempenho, cumprindo as exigências da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

2 – Drywall e a umidade

 

Outra questão muito recorrente na discussão sobre o uso do drywall é quanto à sua resistência à umidade. Neste caso, tudo vai depender do ambiente em que o sistema será instalado e a condição de umidade do local.

O drywall foi desenvolvido apenas para uso em áreas internas, pois não suporta intempéries nem grandes cargas como telhados ou lajes. Porém, pode ser utilizado em áreas internas úmidas como cozinhas e banheiros.

Existem chapas desenvolvidas especificamente para esse fim, que contém em sua fórmula hidrofugantes (repelentes à água) que protegem a superfície contra respingos, derramamentos e vapor condensado. Essas placas também são conhecidas como “placas verdes”.

Em áreas constantemente molhadas, como box de banheiros, é necessária a impermeabilização da parede, que pode ser feita com mantas asfálticas.

A iluminação também é um elemento essencial! Confira como fazer o projeto de iluminação ideal para o banheiro

3 – Isolamento térmico e acústico

 

Ao contrário do que se pensa, as divisórias em drywall podem oferecer isolamento termoacústico. O produto por si só já possui bom isolamento acústico e desempenho térmico, porém pode-se aumentar o rendimento incluindo entre as chapas materiais fibrosos, como lã de rocha ou lã de vidro, atribuindo características de absorção, atenuação e isolamento de sons e estabilizando a temperatura.

Visando atender essas necessidades, os fabricantes desenvolveram linhas especiais de produtos específicos para cada tipo de situação. Para verificação dos índices termoacústicos dos diferentes tipos de chapas, as empresas disponibilizam tabelas com o desempenho de cada produto.

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4 – Usos variados

 

O drywall pode ter muitas outras aplicações além de paredes e forros, porém sua versatilidade é pouco explorada pelos profissionais da área. O sistema pode ser utilizado tanto em projetos residenciais como em estabelecimentos comerciais ou industriais, em obras novas, reformas e retrofit.

Apesar do uso mais comum estar relacionado a paredes de vedação interna e forros, o drywall também é uma solução muito adequada para situações em que é preciso esconder tubulações (shafts), engrossar paredes, cobrir aberturas ou reparar algum erro de execução na obra.

De fácil manejo e montagem, o material também pode ser utilizado na montagem de móveis fixos, painéis artísticos, cortineiros e sancas, permitindo inclusive ser modelado em formato curvo.

5 – Instalação de objetos e móveis pendurados no drywall

 

Um impedimento que muitos profissionais alegam em relação uso do drywall é a suposta impossibilidade de se pendurar objetos nas paredes, assim como móveis e outros.

Esse é um dos grandes mitos sobre o drywall. Em condições de execução adequada, o sistema pode receber inclusive bancadas embutidas, desde que não ultrapassem a média dos 60kg/m2. Acima desse peso, deve ser executado um reforço na estrutura metálica com resistência adequada à carga que será recebida (que pode ser uma placa de madeira ou chapa metálica fixada entre dois perfis verticais de aço – os mesmos onde é parafusado o gesso).

Equipamentos como TV e ar condicionado tipo split também podem ser instalados nas paredes em drywall, assim como armários e móveis suspensos, quadros e outros objetos.

Geralmente os fabricantes indicam o uso de bucha de fixação específica para objetos de até 10kg. Para elementos de peso entre 10kg e 40kg devem utilizadas buchas fixadas nos montantes.

6 – Uso de revestimentos em parede drywall

 

Também contrariando o senso comum, paredes em drywall podem receber acabamentos e revestimentos como pintura, texturas, cerâmicas, pastilhas, laminados, madeira e outros. Nesse caso, o assentamento deve ser executado com massa específica para garantir a aderência do produto. Materiais muito pesados necessitam de cantoneiras para distribuir uniformemente as cargas nos montantes metálicos.

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Como funciona drywall: esquema de revestimento de parede em drywall de banheiro

7 – Dificuldades de instalações elétricas/hidráulicas

 

Outra questão erroneamente difundida sobre o drywall é que ele não permite a passagem de tubulação para instalações hidráulicas, elétricas e de telecomunicação. Ao contrário do que se pensa, o drywall permite a introdução de eletrodutos e canos pelo interior de sua estrutura, através do sistema de fixação a pólvora em tetos ou aparafusadas em perfis de aço galvanizado.

Essa inclusive é uma grande vantagem do uso do drywall, já que na ocorrência de algum problema nessas instalações é muito fácil acessá-las para fazer os devidos reparos, sem a necessidade de quebrar toda a parede.

8 – Custos

 

“Drywall é mais caro que alvenaria”. Muito se ouve que construir com drywall tem um custo maior que construir com alvenaria de tijolos. Para uma correta avaliação, outros pontos devem ser analisados além do custo do material, entre eles o tempo de execução, o volume de mão-de- obra e o desperdício de materiais. Nesse caso, o drywall apresenta vantagens em todos os pontos.

Por ser um material de instalação rápida e fácil, diminui-se consideravelmente o tempo de execução do drywall em relação à alvenaria, além da alta qualidade do acabamento.

Como o sistema pode ser facilmente quantificado a partir do projeto, tem-se um uso mais racional do material, evitando o desperdício e gastos extras. A execução é muito limpa e gera custos significativamente menores de remoção de entulho. Enquanto a alvenaria produz cerca de 20% de resíduos de obra, o drywall produz apenas 5% e seus resíduos são 100% recicláveis.

Se você ainda tem dúvidas sobre as vantagens do drywall além dos pontos mencionados acima, outras vantagens também podem ser atribuídas ao uso do drywall, entre elas:

  • Espessura mais fina das paredes: o sistema permite a construção de paredes mais delgadas, com 10cm de espessura, proporcionando ganho de área útil na construção que pode chegar a 4%;
  • Resistência ao fogo e imunidade ao ataque de fungos e insetos;
  • Leveza: a chapa de drywall é mais leve que os materiais convencionais usados na construção civil, ocasionando menos peso nas lajes dos edifícios;
  • Maior flexibilidade no layout: devido à facilidade de construção e remoção, o drywall permite maior arranjo de divisórias internas, o que significa, por exemplo, mais opções de plantas em edifícios de apartamentos.

 

Fonte: Knauf


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12 motivos para você utilizar parede drywall

Este é um post para desmistificar a parede drywall. Para quem ainda tem dúvidas sobre este tipo de construção, veja abaixo 12 motivos para utilizar a parede drywall em sua casa, apartamento, escritório, empresa, indústria. O drywall já está presente há mais de 20 anos no Brasil e é uma inovação em economia de tempo e material na sua obra, além de gerar menos entulho e menos sujeira.

  1. A Parede Drywall é mais fina em sua espessura, proporcionando um aumento de até 5% na área útil dos ambientes;
  2. O peso do drywall acabado é menor, inclusive reduzindo a necessidade de algumas vigas e pilares, diminuindo a carga total da estrutura e fundação da edificação;
  3. Com o gesso acartonado é possível obter um ótimo isolamento acústico e térmico, dependendo da estrutura interna projetada pode até ser melhor que o desempenho da alvenaria;
  4. É resistente ao fogo, pois 20% do seu peso é composto por água, reduzindo a propagação da chama. Existem modelos de placas que atendem com melhor desempenho ao quesito “resistência ao fogo”;
  5. Praticidade nos projetos de instalações elétricas (lembrando que as caixas deverão ser específicas para parede de Drywall), hidráulicas, de gás, de telefone e outras são de fácil execução.
  6. Utiliza materiais que segue normas rígidas de fabricação ;
  7. É de fácil execução, por utilizar um sistema pré-fabricado modulado: através de marcações, as guias são facilmente instaladas, sendo parafusadas no piso e no teto, reduzindo o tempo de obra e de custos com os prestadores de serviço;
  8. Sistema de construção a seco: não existe umidade durante a sua construção, descarta pouco material e produz pouco resíduo (evitando perdas e proporcionando mais higiene e limpeza);
  9. A parede drywall pode receber vários tipos de acabamentos: como pintura, textura, colocação de azulejos e pastilhas, revestimentos com papel de parede, lambris de madeira e até mesmo revestimento com mármore e granito;
  10. O seu acabamento é muito bom e proporciona uma superfície única, com um aspecto liso.
  11. Caso sejam necessários reparos ou manutenção,  também não haverá toda aquela sujeira e quebradeira que as paredes comuns de tijolos ou blocos fazem.
  12. É mais barato construir com drywall do que com alvenaria convencional. Quando comparado com o sistema construtivo tradicional (em alvenaria), o custo é cerca de 10% menor – segundo, por exemplo, um estudo de caso apresentado na Revista Pini “Gesso Acartonado x Alvenaria de bloco cerâmico”.

Fonte: Blog do drywall


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